sexta-feira, 27 de abril de 2012

PelamordeDeus

Perdoem a minha maldade, mas entre ver o noticiário explorando diariamente o cantor Pedro e sua possível recuperação, preferia ver o pobre rapaz morto de uma vez por todas. Não é justo, nem decente, utilizar 24 horas de programação diária para falar de um único indivíduo enquanto, em todo o Brasil, milhares de Pedros, Carlos, Juquinhas, Marcelinhos, Polianas, Valdicéias e tantas outras pessoas morrem à mingua sem uma única nota no obituário.

Enquanto isso, deslocam-se imensos batalhões de jornalistas de todos os veículos de comunicação para acompanhar o deslocamento do moribundo até São Paulo, em um jato, indo diretamente para o Sírio Libanês. Meu Deus, o cara tem um jato à sua disposição, um pai milionário, suíte no Sírio Libanês e querem que eu envie minhas preciosas orações para ele. PelamordeDeus, parem já.



quarta-feira, 19 de outubro de 2011

O Retorno dos que não foram

Ilustres amigos, amigas e desafetos. É com grande e inimaginável, inenarrável e incomensurável satisfação que anunciamos a retomada das atividades do The Dog Day. Após inúmeras ações terroristas orquestradas pelo governo Brasileiro, a Polícia Federal, o Senado, o Congresso e diversas figuras públicas brasileiras, estamos aqui novamente, para denunciar, apontar, escancarar e fazer o que quiser. Vamos falar mal de todo mundo. Vamos inventar boatos, mentiras, dar como certo fatos inverídicos, plantar provas, acusar, molestar publicamente, enganar e iludir você, leitor, amigo e visitante esporádico.
Temos em nossas mãos provas contra todos, a respeito de tudo. Cuidado, você, desavisado. O The Dog Day está de volta.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Figura Sinistra em Terremoto no Japão

Não acredito muito nessas coisas, mas que a imagem é sinistra, isso é. Essa imagem apareceu entre as chamas de um incêndio logo após o Terremoto do Japão.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Queimem a Veja

Eu sou um assinante marginal da revista Veja. Semanalmente eu a recebo em minha casa, mas não pago e jamais irei pagar pelo lixo que o semanário carrega. A revista continua, mesmo sem pagamento, a ser entregue em minha casa. Na última semana a Veja estampou a foto do Senador eleito Aécio Neves em pose de Super Homem. A revista Veja  fedia.
Dentro, diversas páginas igualmente fedidas e sujas. Ao PT e sua candidata, apenas denúncias. Ao Aécio, palavras polidas, biografia ilibada e outras tantas coisas sujas. Junto do Aécio, Serra e FHC, como amigos, companheiros e cúmplices de uma vida pública recheada de vitórias e conquistas.
Quando a Veja mostra Aécio como um herói e coloca Serra e FHC ao seu lado como amigos fiéis, o que ela faz? E a Dilma, coitada da Dona Dilma, relegada às páginas de denúncias e escândalos.
Os primeiros Posts desse Blog demonizavam o Lula e na rebeira a sua candidata. Mas eu não quero que sua candidata seja vencida pelo Serra.
Por isso, eu vou pedir para Deus matar o Serra.

"Pai nosso que estás no céu, eu me prosto aos seus pés para humildemente pedir que barre a candidatura do Serra. Eu lhe rogo Pai que o elimine da face da terra, seja por meio de raios ou calamidades. Se puder, dê cabo desse sujeito no jatinho. Aproveite e coloque nele toda a trupe de flanelinhas do PSDB. É o que eu te peço e desejo, Amém".

Pronto, minha oração foi feita. Se Deus é Brasileiro, o Serra não passa dessa semana.

Agora, ao leitores de Veja, o meu pedido é outro.

Queimem a Veja. Rasguem a Veja. Boicotem a Veja.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

O Diabo na névoa do banheiro.

Em minhas antigas recordações eu sou militante do Partido dos Trabalhadores e defendo a honra de Lula como quem defende um filho. Eu sou um militante cego. Não tolero comentários contra o ícone máximo do PT. Sou um servo fiél, cego. Quando me perguntam quem é Lula, digo que é o Jesus Cristo moderno, o homem mais correto e ilibado que existiu, existe e há de existir em toda a história da humanidade. Quando durmo, em meus sonhos, sou um servo protetor. O meu Jesus Cristo tornou-se seu próprio Judas. O meu Jesus deu em si o beijo de Judas. Deve ter sido no espelho do banheiro. Lula saiu, a toalha enrolada na cintura, os cabelos molhados. Olhou-se no espelho e beijou o seu reflexo vagarosamente. Depois olhou novamente a imagem e numa masturbação mental, pensou: Sou maior que Jesus Cristo. Junto dele, oculto pela névoa do banheiro, o Diabo sondava, extasiado num gozo feliz.

Eis que Lula agora abraça Roseana Sarney. Nunca em minha vida eu presenciei  a deterioração de uma pessoa como a de Lula. Ele apodrece como um cadáver ao sol. Deve cheirar mal. Deve ter o cheiro de corpos em decomposição. De sua boca devem sair larvas, a fala afiada, a ironia dos idiotas.

Lula deita-se na mesma cama com Rosenana e José Sarney, Collor, Renan Calheiros e tantos outros demônios do passado, numa suruba suja e fétida. Quem come quem?

Eu perdoei alguns inimigos antigos, mas não os levo para comerem em casa. A eles eu reservo poucos palavras, quase sempre monosilábicas. Lula tece elogios aos seus antigos inimigos, como cartas de um amante desesperado.

Eu odeio Lula. Não como um discípulo de FHC. Eu odeio Lula como um discípulo pode odiar o seu antigo mestre. Eu odeio Lula pelas suas mentiras, sua covardia, sua sanha populista, sua canalhice, sua odiosa necessidade de se autopromover. Eu odeio Lula como um cego que começou a enxergar.



quarta-feira, 28 de abril de 2010

Morreu aos 32.

Júlia sentiu o gosto de sangue escorrer garganta abaixo enquanto Marcos a esbofeteava. Tantos anos ao seu lado culminavam em dor e sofrimento nunca antes imaginados. Se o tivesse largado ao primeiro sinal de agressividade, talvéz sobrevisse a esse dia. Mas achou normal aquela violência contida. Quando lhe dizia coisas cruéis, ignorava. Quando lhe chamava de Cadela Ordinária, ignorava o teor das palavras e seguia a vida, sempre em frente. No dia em que bebeu um pouco mais e a forçou ao Coito, imaginou que não deveria ser a única, por isso não gritou. Em todos os anos em que viveu ao seu lado, nunca cogitou o largar por ser violento, sádico, cruél.

Quando Marcos a sufocou com o cordão do sapato, lembrou-se da mãe e do pai. Morreu aos 32.

sábado, 3 de abril de 2010

Diogo Mainardi

Diogo Mainardi, além de Viado, é idiota. Assim como ele acredita que os professores paulistas, em greve, são massa de manobra petista, eu acredito que ele é um viado sem vergonha. Diogo Mainardi fala o que bem quer, o que bem pensa. Eu também. Diogo Mainardi só fala as coisas que fala porque até agora só o processaram. A hora que lhe derem uma surra, ele pensará duas vezes antes de falar besteira. Eu já briguei na rua dezenas de vezes. Não vou parar de falar o que falo.

Diogo Mainardi é um pulha, um escritor medíocre. Em sua última coluna na revista Veja, conquistou minha indignação e meu ódio mortal. Quero um duelo com Diogo Mainardi. Suas palavras na coluna são: "... os professores da Apeoesp fizeram uma baderna na porta do Palácio dos Bandeirantes. O plano dos baderneiros era simples: sabotar José Serra e, com isso, ajudar Dilma Rousseff. A Apeoesp é um sindicato controlado pela CUT e pelo PT..." . Diogo Mainardi é um viadinho. Se lhe derem 1000 reais para passar o mês, vende o corpo, vende a mulher e dôa o filho retardado. Se fosse obrigado a viver durante 6 meses com o salário de um professor, aprenderia que a vida é dura. Mas isso não vai acontecer. Infelizmente não, pois a Veja lhe dá espaço suficiente para falar o que bem entender. Queimem a Veja.

Diogo Mainardi, ao ler esse meu Blog, pensará.: "Esse filho da Puta Petista...." . Eu já fui um "Petista". Hoje, quero que se fodam, que morram, eles e seu presidente analfabeto. Mas eu não compactuo com o Viadinho do Mainardi quando ele ataca professores. Se atacar a classe médica, compactuo. Se atacar juízes, compactuo. Se atacar seja lá o que for, compactuo. Mas professores não. Se eu atacar crianças retardadas, o Diogo vai compactuar comigo? Não. Da mesma forma, quando ataca professores, ataca a mim. Eu ainda vou comprar um revólver. Mas não pro Diogo. O Diogo merece muita porrada na cara. Esse Pulha, esse viado. Esse gene defeituoso que não serve nem para procriar descendentes sadios e genéticamente adaptados.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Mataram a menina

No dia em que se inicia o processo dos acusados da morte da menina Isabella Nardoni, o TheDogDay entrevista o médico psiquiatra Taylor Manphis. T. Manphis ficou famoso ao traçar o perfil psicológico de assassinos como Charles Manson, Jack O Estripador e recentemente o Maníaco do Parque. Leia a entrevista a seguir:

TheDogDay: Alexandre Nardoni se enquadra em que categoria de assassino?

T.Manphis: Alexandre Nardoni não é um psicopata. Não é uma pessoa que nasceu com traços assassinos ou que o desenvolveu ao longo da vida. Ele tornou-se assassino por medo e covardia. Também identifiquei nele traços de submissão e homossexualismos reprimidos. Quando se deparou com o erro da companheira, não soube ponderar entre o certo e o errado, então tornou-se seu cúmplice.

TheDogDay: Então o Alexandre Nardoni é viado?

T.Manphis: Sim, é um viado travestido em homem. Pode ser que nunca tenha mantido relações sexuais com um homem, mas é provável que tenha mantido relações com legumes, canouras, nabos, vidros de perfume, linguíças calabresas, ou qualquer outro objeto cilíndrico.

TheDogDay: E Anna Carolina Jatobá, o que pode nos dizer sobre ela?

T.Manphis: É uma dominadora. No mundo existem milhares de mulheres dominadoras a procura de um homem submisso. Anna Carolina Jatobá encontrou o seu e quando tomou a atitude de espancar a menina, teve dele todo o apoio necessário. Da mesma forma, se ela resolvesse matar os outros filhos, teria ainda assim o apoio de Alexandre Nardoni.

TheDogDay: E ela poderia matar os filhos?

T.Manphis: Sim, poderia matar seus próprios filhos, pois o assassino poupa os seus entes apenas por não representarem risco. Se as crianças atraíssem a atenção do pai, mais do que ela poderia permitir, seria capaz, sim, de matar os próprios filhos e simular algo tão ou mais fantasioso que a morte de Isabella Nardoni.

TheDogDay: Qual o nivel de maldade de Anna Carolina e Alexandre Nardoni?

T.Manphis: Para Anna Carolina, nós aplicamos o nível 7, que é classificado para o assassino de crianças indefesas. Estão nesse nível estrupadores, fascínoras e muitos outros. Para Alexandre Nardoni, nós o classificamos no nível 10, o mais alto dos níveis.

TheDogDay: Que tipo de castigo eles merecem?

T.Manphis: Anna Carolina Jatobá e Alexandre Nardoni são párias inúteis à sociedade. O melhor a fazer seria o fuzilamento. Vivos eles não prestam para nada, mortos, podem adubar a terra.

TheDogDay: O que me diz sobre o posicionamento do pai de Alexandre Nardoni, Antônio Nardoni?

T.Manphis: O pai, na condição de animal, está fazendo o correto. Mas o fato é que o pai não é um animal irracional, portanto a sua postura é de conivência. Aquele que protege um assassino cruél pode um dia tornar-se seu cúmplice. O fato denota o desprezo e a falta de sentimentos pela neta, a menina assassinada. Em suma, o avô é um canalha e deve ser tratado como tal.

sexta-feira, 19 de março de 2010

José Alencar

Ontem o povo brasileiro foi brindado com a propaganda eleitoral gratúita do PRB. O Vice-presidente José Alencar foi a estrela da noite, ele e seu câncer nauseabundo. Fiquei comovido. Não com a sua história, mas com a de milhares de brasileiros que sofrem da doença e não possuem as mínimas condições de tratamento. O Vice-presidente devia envergonhar-se de vangloriar-se de sua vitória contra o câncer. Se fosse pobre, não pisaria na calçada do Albert Einstein. Se fosse pobre, não sobreviveria a tantas intervenções cirúrgicas.  O Vice-presidente devia abster-se de sua vergonhosa alegria. Diariamente centenas de crianças anônimas (pobres, negras) morrem à mingua no Brasil. Outras milhares padecem das mais terríveis doenças. Daí aparece esse velhinho decrépito a se vangloriar da sua "luta" contra o câncer. Tirem dele o AE, os milhares de dólares e quero ver o quanto ele aguenta. Agora me processem e caçem minhas credencias de jornalista.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Desligaram o Lombardi

Dizem os jornais que o Lombardi morreu. Eu não acredito nisso. Não se mata quem não existe. O Lombardi, a voz dos programas do Silvio Santos não existe, nunca existiu. Lombardi foi uma criação bizarra de uma mente insana. Lombardi nunca passou de uma voz. Podia ser qualquer um, o motorista da emissora, a copeira, o encanador, jamais saberemos, pois o Lombardi nunca foi uma única pessoa. Criado no Centro de Estudos Ópticos e Sonoros da Universidade de Wisconsin, o programa que dava vida ao Lombardi nasceu em 1957 pelas mãos do Dr. Hupert Linton. Você dizia alguma coisa em um microfone, o programa reconhecia e traduzia tudo para um único padrão de voz. Por isso qualquer um podia ter a voz do Lombardi, desde que tivesse um milhão de dólares para comprar a máquina diabólica. Hupert vendeu a engenhoca de quase uma tonelada e milhares de fusíveis ao então desconhecido Sr. Abravanel. SS, como era conhecido nos meios artísticos, nascera em uma família pobre do inteiror de Pernambuco. Camelô e comerciante com habilidades paranormais, Abravanel um dia sonhou com o apogeu de sua espécie e mudou seu nome para Silvio Santos. Enriqueceu vendendo pentes na rua 25 de março e com o primeiro milhão comprou a máquina diabólica do Dr. Hupert.

Decidido a dominar o Brasil através de sua simpatia e impáfia, criou o personagem mítico que denominou Lombardi. Depois criou o SBT e por fim morreu em um trágico acidente de avião entre uma gravação e outra do Domingo no Parque.

Alarmados com a possibilidade de uma comoção nacional, o então Presidente João Fiqueiredo mandou que construíssem um robô fiel ao Seu Silvio em graça e simpatia. Só existia um problema. Como compor fielmente o personagem sem a fala marota e afiada do então defunto. Recorreram ao programa e criaram não um, mas dois personagens. Lombardi e Silvio Santos, um o alter-ego do outro.
Morreu o Lombardi? Não, apenas deu pau o programa que lhe dava vida. Será em breve substituído por um mais avançado. Enquanto isso, temos que nos contentar apenas com o robô SS, sozinho. Vai ser uma chatice só.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Google launches plan for global domination (Selecione para poder ler o texto)

"O texto a seguir está camuflado, para o Google não descobrir que descobrimos suas intenções de Dominação Global."

Google yesterday launched what experts around the world are calling the plan for global domination. Named Search Kimblles Y2KP Network, the new Google service indexes information from hundreds of thousands of computers in a single database. Located in the California desert, the center of data processing is a fortress submerged to 3 kilometers of land with more than 20 kilometers long. A tunnel of 450 kilometers connecting the Google headquarters in the heart of the complex, where about 6000 people work on a rotating basis. The Y2KP accesses data from computers that do Google searches and stores them on scales of priority. Text documents and spreadsheets, picture files and video and navigation information on the Internet. The Y2KP was initially used in the Internet browser company, Google Chrome, which was quickly raised to the rank of second most used browser in the world.

Scientists warn GLOBAL DOMINATION

Philips John Mayer, head of the Department of Nuclear Physics at MIT received with shock the news of the activation of Y2KP. "We imagined it would be very expensive and time consuming to put in an activation system so great, but I see we made a mistake" Asked about the real intentions of Google, he says emphatically: "It's a huge danger to the world all that power in the hands of a single company. Governments around the world must ask what plans are causing the activation of this system? ".

Rupert Bloom, former head of research at NASA is concerned that the activation of the system. "The Y2KP was designed by the U.S. military to intercept and decode any threat to our country. Fortunately we realized the time the real danger of all this power and ended the project. Now comes the news that Google bought the rights to use the program and put the system into operation. I do not know what President Obama wants to do, but any action has to be quick and cautious. "

Asked how it would be possible to capture this information Rupert Bloom says: "There is no technology can not be created and no home computers secure. Anyone who says otherwise is wrong."

Risk of a blackout is real and immediate

Raphael Mandarino Júnior, "Diretor-geral do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações (DSIC) do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República", (ufa) disse ao G1 que os riscos de um "Hacker" gerar um novo apagão são reais e que o governo brasileiro já toma medidas para evitar que isso ocorra no futuro. Uma das primeiras iniciativas do órgão foi a contratação, sem concurso público, do Super Mega Blaster Agente Especial Jack Bouer.
Notório exterminador de terroristas, Jack estará subordinado apenas ao Presidente Lula. Em caso de conflitos, não será subordinado a ninguém, agindo por sua própria iniciativa. O objetivo do governo é evitar que novos apagões sejam causados por criminosos sangue firos e fascínoras.

Em entrevista ao TheDogDay, Jack Bouer falou das expectativas de trabalhar com o Governo Brasileiro.

TheDogDay: Hi Jack. How are you?
  
Jack Bouer: I'm fine, and your mother?

TheDogDay: My mother is doing well, thanks. Jack, Brazil faces the risk of being attacked by a hacker evil?

Jack Bouer: Yes, and that's why I'm here. President Lula gave me carte blanche to kill, maim and sodomizing any suspects. We already have a list of possible suspects and are investigating more and more people. We will not give truce. We will be relentless.

TheDogDay: Very nice Jack. But you will not regret getting tortured so many people? 

Jack Bouer: No.

TheDogDay: You disappeared for a while, soon after ending the bloody Muslims. Where were you?

Jack Bouer: I was in Somalia and other African countries. I killed many people during that time. I was the devil in him. 

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Lula, Sadam, Lênin e Stalin

Existe uma linha tênue que separa os homens comuns dos mitos. Lula quer se eternizar na história como "O Mito". Fizeram um filme sobre o Lula e o chamaram de "O Filho do Brasil". O Brasil é um exelente berço para coisas como Lula, Dilma, Serra, FHC, Hildebrando, ACM, Paulo Maluf, Pitta, Sarney, Jader Barbalho, Renan Calheiros e tantos outros paquidermes da política tupiniquim. Viva Marina, até o dia em que se aliar com os déspotas e saqueadores.
Não vou perder tempo nem dinheiro para assistir o filme do Lula. Ainda não me classifico idiota o suficiente para isso. Quem sabe se eu fumar a maconha que o FHC quer liberar eu mude de opinião. Sobre o filme e ainda não ser idiota o suficiente para isso, eu o classifico no roll das coisas bizarras que os líderes fazem para serem lembrados mesmo após a sua queda.





Estátua de Lênin


Estátua de Sadam

 
 Estátua de Stalin

 
Pôster do Lula

Vivemos outra época. Seria um absurdo erguer em praça pública a estátua de um líder vivo. Fizeram um filme. O filme será pirateado e vendido por camelôs. O miserável eleitor irá viver a vida do Lula como se fosse a sua própria vida. A trilha sonora, a fotografia, o roteiro e o diálogo serão feitos para emocionar. Nem preciso assistir o filme para saber, o Lula do filme é um herói. Finalmente temos o nosso herói. Na campanha presidencial de 2010, quando Lula subir no palanque com a Dona Dilma, o miserável Brasileiro verá não o presidente, mas o herói do filme. Quero que o filme do Lula, assim como as estátuas, tenha o seu destino merecido.





quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Contrarrevolucionários. Corram!

Coitado do Caetano. Virou alvo de perseguições e calúnias por afirmar que Lula não sabe falar, que é analfabeto, grosseiro e cafona. Coitado do Caetano. Coitado de nós. Isso é típico da esquerda maquiavélica. Demonizam todos que opinam de forma diferente. E a Dilma, se disserem que é uma fascista, dirão o que? Eu tenho medo, já falei, da Dona Dilma e do que ela pode fazer como chefe dessa nação tupiniquim. A esquerda do Lula e da Dona Dilma é a esquerda do "Não me Toque".

Essa mesma esquerda, do Lula e da Dilma, bate palmas pra Cuba e pro governo violento que espanca suas mulheres contrarrevolucionárias. Contrarrevolucionário, para quem não sabe, é o sujeito que se opõe a uma revolução. Yoani Sánchez , a contrarrevolucionária em questão, não tem ao que se opor. Essa revolução aconteceu a mais de meio século. Aqui a coisa é mais ou menos assim. A esquerda acha que fez uma grande revolução com Lula no poder. Se foi uma revolução, quem se incomoda e a critica, é logo chamado de contrarrevolucionário. Caetano é um contrarrevolucionário. Cuidado Caetano, podem lhe dar uma surra qualquer dia desses.

Essa minha lógica primária, vejam que ironia, se assemelha em muito com a lógica primária do Lula. Eu e o Lula somos muito parecidos. Eu não me formei em porcaria nenhuma. Nem o Lula. Eu escorrego feio na gramática, igual ao Lula. Eu sou violento e grosseiro, igual ao Lula. Eu e Lula somos os filhos do Brasil. Quisera eu fosse um filho da puta. Assim como o Lula, seria melhor para nós dois.

A popularidade do presidente americano Barack Obama ficou abaixo de 50% na última pesquisa. Ou ele é uma porcaria de presidente, o que para nós negros é péssimo, ou nós, brasileiros, somos burros demais.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

FHC ou THC?

Fernando Henrique Cardoso até que estava se comportando bem como ex-presidente. A exemplo dos nossos amigos norte-americanos, vestiu o pijama do ex-chefe da nação e se manteve na sua, quietinho. Vez ou outra um ex-presidente americano aparece em cena e faz algo útil, como Clinton e a libertação das jornalistas pelo governo da Coréia do Norte. Ou Jimmy Carter e seus encontros para a paz. Sempre imaginei que FHC seria um desses ex-chefes de pijama. Enganei-me. FHC não iniciou conversas sobre o desarmamento nuclear ou a diminuição dos gases do efeito estufa. Nem mesmo lançou-se numa caravana pelo Brasil para lutar pela erradicação da fome e da miséria. FHC resolveu pedir a liberação da Maconha. PeloAmordeDeus. Foi só a Dona Ruth bater as botas e esse infeliz resolveu sair do armário. Poucas coisas me deixam tão indignados como a bandeira que FHC levanta. Esse infeliz, esse filho do demônio tinha um milhão de coisas com as quais se preocupar, mas resolveu perder seu tempo justamente para pedir a liberação do cigarro do diabo. Santo Deus. Agora, pra piorar as coisas, aparece a notícia de que F(T)HC quer subir uma favela carioca para conversar com traficantes e viciados.

Eu espero que ele leve um tiro. Ou então que seja surrado pelos traficantes. Se nada disso lhe acontecer, que lhe caia um raio, e que esse lhe parta a cabeça.

Se um sacatrapo qualquer pede a liberação da maconha, entendemos. Se um ex-presidente pede a liberação da maconha, devemos ficar preocupados. Ou FHC sempre foi maconheiro, ou resolver fumar o "cigarrinho de artista" depois de velho. Se depois de velho, é um tremendo borra-botas. Santa Dona Ruth. Deve estar se revirando no túmulo.

FHC é um intelectual. Viveu a vida em brandas nuvens. Esse senhor desprezível devia perder um filho ou um neto para o tráfico, para as drogas, para então tomar vergonha na cara. Se tivesse um filho viciado, o qual tivesse que internar sucessivas vezes, todas em vão, e o visse se degradar, física e psicológicamente, esse paquiderme infame talvéz ponderasse suas convicções. O peso de sua responsabilidade, como ex-chefe da nação, é muito grande para que tome essa posição.

Sua bandeira é  a bandeira dos covardes. Se fosse homem de verdade esse senhor, pediria mais punição para os traficantes, e uma bela surra para os maconheiros. Se fosse um homem decente, ficaria quieto.


quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Eu, Negro.

Michael Jackson nasceu negro e morreu branco. Eu nasci branco e vou morrer negro. Micheal Jackson não valia nada mesmo. Virar negro depois dos 34 anos abriu meus olhos para uma nova vida cheia de conquistas e oportunidades. A cada dia que passa, como um negro, eu tenho mais desprezo por Michael Jackson.
Tudo começou naquela fatídica manhã de sábado. No Poupa-Tempo da Sé, no guichê número 35 foi-me revelado algo que eu nunca imaginei. Eu era negro. O atendente que renovava minha carteira de identidade olhou fundo nos meus olhos e disse.
- "Sim, o senhor é quase negro. O senhor é pardo."
Perguntei novamente e de novo a resposta foi essa:
- "O senhor não é branco, o senhor é negro. Olhe suas mãos, seus braços, seu rosto".
Meu nariz aquilino e meus cabelos lisos escorridos, meus olhos quase esverdeados, minha pele rosada, tudo não passava de uma grande mentira. Perguntei incrédulo.
-"Tem certeza? Eu não sou branco mesmo?"
-"Acredite senhor. Branco, nunca. O senhor é bem escurinho".
-" E como vai ficar? Negro?"
-" Deixemos como pardo. Assim, o senhor não é nem uma coisa nem outra."

Resolvi então assumir minha negritude. Não ser nada, depois de viver a vida inteira branco, seria demais. É como perder sua identidade, suas raízes, aquilo que lhe forjou durante anos. Resignei-me.

Quando cheguei em casa, fui logo perguntando pra mulher:
-"De quem são essas crianças"?
Ela respondeu esbaforida.
-"Suas, oras. De quem mais seriam, do negão"?
- "Se fossem do negão aqui estaria bom, mas não são. Olhe, são todas bem branquinhas, a pele rosadinha, os cabelos lisos escorridos. Diga logo, com quem foi que me traiu? Bandida".
-"Tás louco? São tuas filhas. Tem as bichas a tua cara, cuspidas e escarradas".
Desci o sarrafo na branquela e saí. Fui embebedar-me num bar qualquer. Como um legítimo negão, dancei e bebi  a noite inteira rodeado de polacas popozudas. Quando cheguei em casa, cedo, a mulher veio perguntar:
-"Não vai trabalhar? Quer viver de brisa?"
-"Larguei o trabalho. Vou mudar de profissão."
-"Ah é, e vai fazer o que?"
-"Sei lá, virei negão ainda ontem e vc já quer que eu arrume um emprego. Me dá um tempo criola"
A mulher foi embora levando as crianças.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Uma pausa para o Lula

Cansei de demonizar o 9 Dedos. As pessoas já me acusam na rua, dizem que eu incito a violência partidária. Outros que, na falta do que falar, invisto sempre contra o Presidente Paquiderme. Cansei. Vou viver da notícias de outros países.

Na Venezuela:

Chávez considera posibilidad de cerrar frontera con Colombia
Gobierno tilda de agresión críticas a sus nexos con Irán
Gobierno prevé multas para derrochadores de energía
Ver mucha televisión podría volver agresivos a los niños

Ex presidente Colombiano advierte 'preguerra' con Venezuela...

Colômbia

Canciller expresa preocupación por conflicto con Venezuela
Aplazan debate de moción de censura por subsidios
'Hasta en la Casa Blanca consumen coca'
Hermanastro de Obama habla sobre malos tratos
Castro califica de 'atroz' acuerdo de las bases de Colombia y EEUU

Espanha

El viento acecha a España con rachas de 80 km/h, diecinueve provincias en alerta
Fallece un bebé por gripe A en Granada, cuyos padres denuncian una negligencia

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Curem-se com o poder da mente

Lula é um idiota. Sugerir ao Obama a criação de um SUS nos EUA é de uma imbecilidade sem tamanho. É como propor ao seu colega que case com uma prostituta, ou aos seus filhos que bebam logo na primeira infância. A argumentação do nosso Presidente Paquiderme é que o SUS "custa mais barato, é de qualidade e é universal".

Tem razão o 9 dedos. É barato porque não oferece um atendimento minimamente humano e decente. Se não investe, não fica caro. Essa é a lógica primária de Lula. É de qualidade porque os pobres não tem outro referencial. E é universal porque todo pobre, seja branco ou negro, hetero ou homo, feio ou bonito, pode usar. Todo pobre que se encaixe nas descrições anteriores.

Na última vez em que fiquei doente eu desenvolvi uma magnífica capacidade de auto-cura. Detectei sozinho a moléstia, conversei por dias com o meu organismo e ele, milagrosamente, curou-se. Se eu fosse ao SUS, não sei que diabos teria me acontecido.

Lula devia propor ao Obama que eu ensine aos amaricanos o poder da cura pela mente. Assim, eles serão vítimas de suas próprias conclusões.

Prefiro me matar tentando à morrer abandonado na fila do SUS.


terça-feira, 27 de outubro de 2009

El mundo es perro

El mundo es perro. Ayer, volviéndose hacia casa, funcioné con encima un perro negro. No habría podido hacer esto. El perro negro pobre del punto amarillento en el pecho, perdido en espasmos y roncos. I confortado él en sus minutos del final y rogado el Nam-Myoho-Rengue-Kyo, la única oración conjuntiva que ese I aprendió en la vida. Relembrando el día, recordaba haber visto otro perro, pequeñito, de ése no dan gastos en alimento y eso no hacen ciertamente emporcalham la casa como los grandes cachorros, estirado en la calle, abandonaron en su extremo del fatídico. Torcí el cuello cuando pasé para él y todavía liberé: Pobrezinho, intentado para cruzar el BR y lo no llegó el otro lado. O entonces, podría ser que él tenía hambre y buscó para encontrar de donde vino que uno huele delicioso del guisado. Murió. Solamente, su pequeño cuerpo, allí inerte. Quizás hoy, cuándo volverse hacia casa, todavía la encuentra allí, apodrecendo al relento. Perro pobre, porqué las ambulancias no habían funcionado, los bomberos para ayudar a la persona pobre animal desmayada. Aceptable, muerto, es solo un perro, se va al aprodrecer al relento. Tendrían que salir de mí cuándo morir, por lo tanto pongo ya e hice de tal manera gravemente cuánto ese perro haría en diez mil vidas. Exactamente así, no se da a la derecha lo de un entierro digno. Ahhh, balela, ese entierro que nada, deja a animal al apodrecer. Los animales que en ellos lamen las heridas, que comen nuestras porciones restantes de alimento, que en ellas abanam la cola cuándo a la casa volvemos. El perro negro murió. I puesto él en el banco detrás del coche y dirigido hasta la playa del palo campeche. Allí, con las manos, abril un hueco en la arena suave y yo depositó su cuerpo. Rogué el Nam-Myoho-Rengue-Kyo una más vez y estaba sin embargo. La radio del coche tocó una música vieja, el viento del mar sopló en el puente. Entré en el BR y pasé para el viaducto. Pobrezinho seguía siendo allí. Solamente. Dormí un asesino. El mundo es perro.

Logwood

O mundo é cão. Ontem, voltando para a casa, eu funcionei sobre um cão preto. Não poderia ter feito este. O cão preto pobre do ponto amarelado na caixa, perdido nos espasmos e nos grunhidos. I consolado ele em seus minutos do final e prayed o Nam-Myoho-Rengue-Kyo, a única oração conjuntiva que esse I aprendeu na vida. Relembrando o dia, eu recordei ter visto um outro cão, teeny, daquela não dão despesas no alimento e isso certamente não fazem emporcalham a casa como os grandes cachorros, estirado na rua, abandonaram em sua extremidade do fatídico. Eu torci a garganta quando eu passei para ela e ainda eu livrei: Pobrezinho, tentado cruzá-lo o BR e não chegou no outro lado. Ou então, poder-se-ia ser que estava com fome e procurou para encontrar de onde veio que um cheira delicioso do guisado. Morreu. Sozinho, seu corpo pequeno, lá inerte. Talvez hoje, quando voltar para a casa, encont-la-ar lá ainda, apodrecendo ao relento. Cão pobre, porque as ambulâncias não tinham funcionado, os bombeiros para ajudar a pessoa pobre animal desmaiada. Aprovado, morrido, está sozinho um cão, sae ao aprodrecer ao relento. Teriam que sair de me quando morrer, conseqüentemente já eu coloco e eu fiz em tal maneira mal quanto esse cão faria em dez mil vidas. Exatamente assim, não o é dado para a direita de um enterro digno. Ahhh, balela, esse enterro que nada, deixa ao animal ao apodrecer. Os animais que neles lambem as feridas, que comem nossas parcelas restantes de alimento, que nelas abanam a cauda quando à casa nós retornarmos. O cão preto morreu. I coloc ele no banco de trás do carro e dirigido até a praia do Logwood. Lá, com as mãos, abril uma cavidade na areia macia e mim depositou seu corpo. Eu prayed o Nam-Myoho-Rengue-Kyo uma mais vez e eu era contudo. O rádio do carro tocou em uma música velha, o vento do mar fundiu na ponte. Eu entrei no BR e eu passei para o viaduct. Pobrezinho ainda estava lá. Sozinho. Eu dormi um assassino. O mundo é cão.

10 minutos para qualquer coisa

The World is Dog. Yesterday, coming back toward house, I ran over a black dog. It could not have done this. The poor black dog of yellowish spot in the chest, lost in espasmos and grunts. Comforted I it in its final minutes and prayed the Nam-Myoho-Rengue-Kyo, the only conjunct that I learned in the life. Relembrando the day, I remembered to have seen another dog, teeny, of that they do not give expenditures in food and that certainly they do not emporcalham the house as the great cachorros, estirado in the street, abandoned in its fatídico end. I twisted the neck when I passed for it and still I freed: Pobrezinho, tried to cross the BR and it did not arrive at the other side. Or then, it could be that he was hungry and it looked for to find of where came that one smells delicious of stew. It died. Alone, its small body, there inert. Perhaps today, when to come back toward house, finds it there still, apodrecendo to the relento. Poor dog, why the ambulances had not run, the firemen to help the fainted animal poor person. Ok, died, is alone a dog, leaves to aprodrecer to the relento. They would have to leave me when to die, therefore already I lay and I made in such a way badly how much that dog would make in ten a thousand lives. Exactly thus, it is not given right it of a worthy burial. Ahhh, balela, that burial that nothing, leaves the animal to apodrecer. The animals that in them lick the wounds, who eat our remaining portions of food, that in them abanam the tail when to the house we return. The black dog died. Placed I it in the behind bank of the car and directed until the beach of the Logwood. There, with the hands, April a hollow in the soft sand and I deposited its body. I prayed the Nam-Myoho-Rengue-Kyo one more time and I was even so. The radio of the car touched a music old, the wind of the sea blew on the bridge. I entered in the BR and I passed for the viaduct. Pobrezinho still was there. Alone. I slept an assassin. The World is dog.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Vamos Lobotomizar o Rio

Fui cidadão carioca entre 1992 e 1994. Tenho apenas boas lembranças da cidade maravilhosa. Ponto. Daí a acreditar que o Rio é o melhor lugar para a celebração dos jogos olímpicos é uma tremenda estupidez. A Cidade do Rio de Janeiro não merecia a olimpíada, muito menos os cariocas. Deviam ter escolhido Florianópolis, Curitiba, São Paulo, menos o Rio.

Quando o PCC iniciou a sua onda de ataques em 2006, logo foi debelado. A polícia paulista é melhor praparada que a carioca. Demorou, sim, mas depois não se ouviu mais falar nos bandidos. Quando eles aparecem, são logo desmobilizados. Deviam escolher São Paulo.

Como cidadão comum, acredito que a única saída para a violência no Rio é o genocídio das populações carcerárias e dos traficantes presos. Aos que ainda habitam os morros, restaria a toxina butolínica. As autoridades dispersariam esse tipo de arma biológica nos morros cariocas e após o início do efeito, subiriam e aniquilariam os traficantes. Ponto.

Outra forma, eficaz também, seria prender todos os viciados em cocaína, maconha, crack, heroína e toda sorte de droga vendida nos morros cariocas. A polícia prenderia o usuário e lhe daria uma sova, uma surra de cacetete. Uma boca sem dentes seria o sinal de usuário de drogas. O cabra pensaria duas vezes antes de subir novamente o morro. Aos filhos dos bacanas, um cacetete enfiado na região anal, sem lubrificação. Os reincidentes seriam lobotomizados.

Eu odeio drogas. Eu odeio o efeito que elas exercem sobre seus usuários. Eu odeio traficantes. Na minha opinião, como cidadão comum, eles deveriam ser exterminados, um a um, como nos campos de concentração nazistas. O governo poderia criar campos de extermínio para traficantes, pedófilos e estupradores. Lá eles seriam colocados em câmaras de gás. Depois seriam usados como adubo.

O Rio poderia sediar os jogos olímpicos se seguisse essas recomendações.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

As características de um líder

Sempre que manifesto minha opção religiosa percebo incredulidade e certa desconfiança das pessoas. Assim como Obama, sou vítima daqueles que acreditam que só vale um tostão aquele quem crê em Deus pai. Obama virou presidente. Eu quero no máximo ser síndico.

Todos os dias, assim que acordo, zapeio pelo controle buscando algo que me ajude a recobrar a consciência. O relógio marca 6:30h. Na minha busca, encontro sempre um pastor, desses que viram Pop Star. Seu nome é Silas Malafaia. A platéia do seu programa matutino é formada por homens e mulheres de todas as idades, brancos, negros, ricos e pobres. Silas Malafaia é um ator primário, mas é engraçado.

Silas Malafaia gesticula, grita, berra. Silas Malafaia faz todo tipo de brincadeira em nome de Jesus. Eu acredito que Silas Malafaia deve ser um homem bom. Mas Silas Malafia está longe de ser um exemplo de líder religioso. Ele é fanfarrão demais, piadista demais, engraçadinho demais.

Um líder religioso deve ser ilibado, sério, sereno. Eu espero poucas palavras gentis de um líder religioso e mais severidade. Um líder religioso deve ser um mestre.

Silas Malafaia geme e me causa repulsa em alguns momentos. Não apenas ele mas boa parte dos pastores evangélicos gemem inescrupulosamente durante seus cultos. Senão eles, aqueles outros que lideram o culto. Quando oram a Deus, suplicam como servos chorosos. Isso me irrita. Acho que por isso permaneci ateu, apesar de estar disposto a aceitar Jesus em meu coração, aquele gemência toda me assustou. Eu jamais suplicaria algo gemendo feito um pobre coitado. Se Deus quiser, vai dar com gemido ou sem gemido, com choro ou sem choro.

Na condição de ateu, só gemo quando sinto dor.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

18 de Outubro - Dia do Médico

Dia 18 de outubro é o dia do Médico. O Dia do Médico deveria ser o dia 1 de Abril, ou o dia de finados. Eu não conheço um médico que tenha humanidade o suficiente para tratar o filho do pobre com a mesma dignidade que trata o filho do rico. Também não conheço nenhum médico que seja mais gentil com o pobre que com o rico. Pra falar a verdade, todos os médicos que eu conheço parecem ter nojo de pobre. Eu sou pobre. Não um pobre de marré marré, mas um pobre que não consegue pagar um plano de saúde para a família. Dia desses minha filha mais velha passou pela Santa Casa de São Paulo. Minha mulher é Bióloga, ou seja, não é leiga nos assuntos que tangem a profissão dos médicos. O atendimento foi superficial, pareciam ter nojo da Beatriz. A Bia é uma menina linda, cabelos sedosos, pele bem tratada, roupas limpas e sempre perfumada. Mesmo assim era tratada como se tivesse lepra. Afinal, para que um médico precisa encostar em um paciente? Eles possuem a visão da espada justiceira, o Olho de Tandera. Ou então saem da faculdade com um scanner acoplado na cabeça. Outra característica dos medicos é a supressão das informações. "Seu filho tem Síndrome Metabólica". Se falam isso para a minha mulher, ela entende. Se falam para mim, eu não entendo bulhufas de nada, mas pergunto ao oráculo (Google) e ele me responde. Quando falam para o pobre, o pobre fica sem saber.

É pura demagogia comemorar esse dia funesto. Milhares de jornais e revistas saíram estampando anúncios que parabenizavam a classe médica. O papel usado para imprimir esses anúncios não serve nem para limpar a bunda.

Hoje não estou com muita raiva, por isso vou poupar a classe de ofensas piores. Mas como eu sei que vai demorar para eu pagar um plano de saúde para as meninas, sei que em breve ficarei enfurecido com esses párias. Quando esse dia chegar, vou pedir a cabeças de alguns deles, e ficarei orando para um maluco que não tem nada a perder simpatizar com o blog.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Babilônia Perdida

As luzes dos bordéis iluminavam a rua estreita. Shirley caminhava exausta depois de mais uma noite cansativa. Atendera 5 clientes distintos. Um homem gordo de hálito fétido que lhe chamava de paixão enquanto se deliciava em suas entranhas, um velho paralítico da cintura para baixo, um negro que lhe machucara, um homem simples que lhe causou afeição e uma viúva. As suas pernas doíam e lhe escorria pelas pernas um sangue ralo. Imaginou que um banho a faria sentir-se melhor. Quando aproximou-se da metade do caminho ouviu um ruído que vinha ao seu encontro. Virou-se quando viu o homem que lhe amara horas antes golpear-lhe com força.

Acordou algum tempo depois despida em um quarto escuro. No canto o homem lhe observava. O maníaco levantou e caminhou em sua direção, socou-lhe o rosto algumas vezes e novamente foi sentar no canto do quarto. Shirley sentia o sangue escorrer-lhe das entranhas e do rosto. Pela segunda vez o homem foi ter ao seu encontro. A prostituta morreu como se adormecesse. O homem limpou a sujeira e livrou-se do corpo horas depois.

Quando chegou à porta do Céu foram dizer-lhe que sua presença não era bem vinda. Chorou, gritou e esperneou tanto que chamaram Deus. O homem chegou esbaforido.

- Diabos, esqueceram de dizer que se tratava de uma prostituta. Onde está o responsável?

Um Anjinho eunuco apareceu e resignou-se diante do Senhor. Um raio lhe arrancou dessa pra uma melhor. Depois foi ter Deus com a mulher.

Discutiram durante semanas. A mulher querendo entrar e Deus negando o acesso ao Céu. O motivo: "A senhora não tem cadastro aqui, impossível a senhora entrar".

A mulher cansada resolveu sentar. O Senhor desculpou-se e entrou. Um séquito o acompanhou. Uns admiravam a mulher com desejo, outros com horror.

Dez Minutos para Morrer

O relógio marca 07:46h. Carl acabou de sair. Esteve a noite inteira a contar sobre seus sonhos e como eles influenciam sua vida diária. Reluto em ir me arrumar. O jornal apareceu, como por encanto, por baixo da porta. A notícia que estampa a primeira página é aterradora. "Homem morre esmagado por caminhão". Começo a ler e encontro o nome de Carl Simons. Morrera na noite anterior esmagado por um caminhão desgovernado. O mesmo Carl que saíra a dois minutos estampa a mórbida matéria. Ou enlouqueci ou Carl em espectro me azucrinou a noite inteira. Ligo para sua casa e do outro lado da linha uma mulher desesperada relata tudo nos mínimos detalhes. Pergunto sobre o velório. São 07:51h. Preciso de um banho. Caminho trôpego ao banheiro. Noites em claro me deixam trôpego. Cruzo o corredor a caminho do banheiro. Preciso fazer a barba. A primeira faz tchan, a segunda faz tchun e tchan tchan tchan tchan, Carl está no banheiro comigo. O relógio marca 07:56. Grito desesperadamente. O espectro gargalha. De sua testa escorre um sangue escuro. Tento correr, escorrego no chão molhado e caio. A cabeça se parte em duas quando encontra o vaso sanitário. Morri ali.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Vamu caí pra dentro.

As veses eu erro feio no portugues. Esses deslises comessam com frases mal estruturadas, depois passão por erros de acentuaçao e por fim culminam em verdadeiros estrupros da minha lingua pátria. Eu leio textos antigos e encontro "expecialistas, coisidências, para ficar em apenas dois exemplos medianos. Noutras vezes eu corro para o oráculo e lhe pergunto: Grande oráculo, qual é forma correta de dizer isso e aquilo. O oráculo não se engana-se nunca. Eu as vezes me engano sim. Péssimo isso. Daí eu saio procurando um culpado disso tudo e dai eu descobri que o culpado disso tudo e o governo porque o governo quer fazer as pessoas ficarem burras pra votarem sempre neles mesmos pra sempre. E daí eu perguntei pra minha mãe e ela riu de mim e mandou eu ir catar coquinho e eu acho que ela tá maluquinha lele da cuca. O meu professor que ja morreu de infarte do coração disse que se a gente vivesse em um pais desente isso nao ia acontecer ah eu nao tou nem ai.
Hoje por falar em professor e dia dos professores e eles coitados ganham uma miseria de fome, eu acho que se eles vendessem maconha e cocaina pros alunos ganhavam mais e seriam ate mais valorizados. Eu acho que nenhum governador gosta de professor principalemente dos do estado de sao paulo por que eles nao aumentam o salario dos professores e eles tem que fazer uma jornada de trabalho miseravel pra ganhar um troquinho a mais. A minha mae ganha mais que uma professora e ela faz duas faxina por dia e o meu pai tambem dai eu falei pra minha mae ah mae pra que eu tenho que estudar se a minha professora ganha menos que vc eu quero ser cantor de rap e fumar maconha e pega as mina e faze ums assalto que eu ganho mais. dai a minha mae riu, acendeu um back e começou a falar ah filho vc e demais ahahahahahah. dai o meu pai chagou e deu uma surra na minha mae por que ela fumou a maconha dele e depois eu vi ele pega um ferro e saiu pra faze uma parada. O meu pai dai votou com dois mil real duma parada que ele fez e eu fiquei pensando ah que merda eu nao quero saber de estudar por que mesmo que eu vire professor eu vou passar vontade de ter as coisas e eu nao quero passar vontade tipo assim eu quero eu vou pegar e meu entendeu. meu pai tem tudo o que ele quer ele nao tinha nada dai de uns tempo pra ca ele comprou um tv de plasma la pra casa e um golf sufilmado rebaixado da hora e os boy fica pagando pau de kadeth pro nosso golf que faz o boy come asfalto huhuhu, vacilão.
Pra termina eu to poco me lixando pro portugues se isso fosse importante o idiota do presidente lula tinha estudado e nao falava tanta besteira eu vou pra cabeça falo mano.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Feliz aquele que tem um mestre valoroso

Tornei-me discípulo de Yoani Sánchez na semana passada. Sim, um discípulo, pois se fosse fã, viveria à sua sombra. Yoani Sánchez é minha mestra nessa vida. No passado esse posto foi ocupado por Daisaku Ikeda, mas com os anos percebi que meu mestre não poderia viver em brandas nuvens, desfrutando de luxo, riqueza e ostentação. Yoani Sánchez é uma refugiada de si mesma. Por isso eu a quero como mestra em minha vida.

O Discípulo reconhece o mestre logo no primeiro momento em que toma conhecimento de sua existência ou quando se dá o primeiro contato. Tornei-me seu discípulo ao ler o seu Blog marginal GenerationY.

Conheço gente que idolatra Roberto Justus como se fosse um mestre a ser seguido. Eu rio dessas pessoas. Outras (como eu no passado remoto) idolatram Lula como um verdadeiro mestre. Eu tenho pena dessas pessoas. O meu mestre, ou a minha mestra, está além da capacidade desses dois exemplos. Um é especialista em imagem pessoal e com isso ganha rios de dinheiro. Outro é um mentiroso sínico e enganador. Yoani Sánchez é única, sozinha, marginalizada pelo estado cubano. É uma heroína que luta com o que lhe cabe mais valoroso nessa vida. A palavra. Dizem que deus primeiro criou o verbo. Yoani Sánchez usou o verbo como sua espada.

O meu mestre vive uma cruzada solitária contra o estado que lhe oprime e sua espada é a justiça.

Quero caminhar junto ao meu mestre. Quero receber diariamente palavras de incentivo, força, fé e coragem, as palavras do mestre ao seu discípulo.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Nota de Obituário

As mesmas pessoas que pedem a libertação de Roman Polanki pelas autoridades suíças pedem a legalização da maconha. Roman Polanski é um tarado. Nenhum homem decente teria relações sexuais com uma menina de 14 anos. Um homem decente pode até se sentir atraído ou pensar insistentemente em ter relações sexuais com uma menina de 14 anos, mas jamais concretizar o ato. Roman Polanki não é um homem decente. É um ator e um diretor fantástico. Mas ainda assim não é um homem decente.
Se Roman Polanki não fosse Roman Polanki, o que diriam seus amigos celebridades? Defenderiam o molestador de menininhas? Tenho certeza que não. Mas como são amigos, o defendem. Abrem caminho para outros tarados deleitarem-se com menininhas de 14 anos, 13, 12 anos. Afinal, o que difere uma menina de 14 de uma de 12, de 10 anos? Nada. São todas iguais, as mesmas carinhas. Umas são feias e outras bonitas, gordas, magras, pobres, ricas, bobinhas ou espertinhas demais, mas são todas crianças. Existem meninas de 14 anos com mais horas de cama que mulheres de 50, mas isso não justifica Roman Polanski.
Na verdade, eu estou fortemente inclinado a dizer que Roman Polanski é tão doentio e bestial quanto Charles Manson, o homem que matou Sharon Tate, a esposa de Polanki, em 1969.
Polanski não merece mais nenhuma linha nesse blog. Só uma nota de obituário.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Editor do TheDogDay desaparece misteriosamente

Está desaparecido desde o dia 21 de setembro o Editor Chefe do Blog TheDogDay, José Amaraldo Camelo. Zé Camelo, como é conhecido nos meios artísticos e intelectuais foi inspiração para o personagem Zé Bob da novela A Favorita. Bonitão, charmoso e simpático, Zé Camelo também é mestre em Artes Marcias e Parapsicologia Telecinética. Famoso por suas habilidades, foi o mentor de Chuck Norris e Jack Bouer, ícones de força e brutalidade, além de um exarcebado senso de justiça a qualquer preço. Zé Bob, ops, Zé Camelo, comanda a edição do TheDogDay desde a criação do Blog. Desde então foi alvo de dois atentados, uma tentativa de envenenamento e duas quedas do elevador. Procurado pela polícia federal desde que pediu em público a intervenção de Deus ou o Diabo para dar uma lição no Ministro Carlos Minc, vinha mantendo uma dupla jornada, como editor do Blog e como foragido da justiça. A seguir leia trechos de alguns e-mails desesperados enviados por Zé Camelo semanas antes de seu desaparecimento.

21 de julho de 2009
"Novamente tive pesadelos. Acordei e percebi que minha casa tinha sido arrombada durante a madrugada. Como não lembro de nada, suponho que fui dopado com alguma coisa enquanto dormia. Sumiram documentos e fotos confidenciais, provas do envolvimento do Presidente Lula em um esquema de desestabilização da América Latina e trechos de conversas telefônicas com Hugo Chavez onde ele diz estar disposto a um terceiro mandato, custe o que custar"...

22 de julho de 2009
"... Júlia ligou assustada. Dois homens a seguiram em uma moto por toda a cidade. Desapareceram no Viaduto do Chá. Na 23 de maio ela os viu novamente. Dois helicópteros a escoltaram até a Av. Paulista e desapareceram. Temo por sua vida. Jamais me perdoaria se alguma coisa acontecesse a mulher que amo. Preciso ter coragem para lhe pedir em casamento..."

24 de julho de 2009
"... Novamente o mesmo sonho. Estou ficando assustado, deveras assustado. Ligaram dois agentes da PF. Não faço a mínima idéia do que querem. Ontem recebi uma advertência. O pessoal da redação está com medo de represálias. Estão assustados com a repercussão do Blog. Eu mesmo tenho dúvidas de quanto tempo isso irá durar. Eu cheguei a propor uma avaliação de postura, sei lá, quem sabe se a gente pegar mais leve, mais na esportiva. O "Sr.Q" me xingou e me expulsou de sua sala. Ele é irredutível. Eu ainda não entendi de onde vem tanto ódio, do Lula, do Mundo, de todos. Acho que o Sr.Q está ficando louco."

03 de agosto de 2009
"... Militantes do MST envadiram a redação e destruíram o servidor do Blog. Ficamos 4 dias fora do ar. Não entendo o que o MST tem contra nós. O Sr. Q ordenou que cada um de nós comprasse uma arma. Eu me recusei e por isso fui esbofeteado pelo Sr. Q. Ele é um monstro insano, demente, débil. Mas é o canalha que paga o meu salário. Comprei uma arma usada, espero que funcione se eu precisar usar. A noite eu encontrei Júlia. Fizemos amor durante toda a madrugada. Eu a quero minha esposa, mas para isso preciso ter coragem de lhe pedir em casamento.

04 de agosto de 2009
"... Recebi pelo correio um envelope com diversas fotos e um pedido estranho: Investigue esse homem. Ele é a chave para tudo..."

Continua...

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Governo tira TheDogday do ar

Uma ação conjunta entre o Governo Federal e alguns ministérios tiraram do ar o site TheDogDay, paladino da justiça e dos bons costumes. Fontes do Planalto disseram que o plano havia sido planejado em julho. Leia a seguir entrevista exclusiva com X, o informante do governo.

TheDogDay: O site www.thedogday.com.br, que encaminha ao Blog www.thedogday.blogspot.com foi tirado do ar por ordem de quem?

X: Por ordem direta do Presidente Lula.

TheDogDay: E que motivos o levaram a dar a ordem?

X: O Presidente Lula recusou até o último momento tomar uma decisão como essa, pois ele sabia das consequências futuras. O problema foi o último ataque do site ao Ministro Carlos Minc. Foi a gota d'água pro Planalto. Tão logo o texto começou a circular o site foi retirado do ar.

TheDogDay: O site saiu do ar exatamente às 21:56 h do dia 17 de setembro de 2009. Antes disso ele sofreu sucessivos ataques, que o deixaram lento e impediram a navegação de milhares de pessoas. Quem executou a ordem?

X: Isso ainda é um mistério. Sabemos que na tarde desse mesmo dia um homem conhecido como Mohamed Al Mohamed foi visto entrando no Planalto. As câmeras de segurança o filmaram entrando no gabinete da presidência vinte e cinco minutos depois. As 17:26 o Ministro Marco Aurélio Mello recebeu um telefonema que durou exatos 56 segundos. O Ministro então ligou para o Presidente Lula e a conversa durou 4 minutos. Fontes informaram que da sala do ministro podiam ser ouvidas palavras chulas. Finalmente, às 21:54 h o próprio Presidente Lula ligou para o diretor do Registro.br, e desde então o site está fora do ar.

TheDogDay: Você não teme pela sua vida? Quem sabe que você é nosso informante?

X: Eu já tive medo, sim. Mas o governo destruiu a minha vida uma vez. Depois que se tem a vida destruída pelo governo, que mais eu poderia temer?

TheDogDay: O TheDogDay foi considerado homofóbico em sua última matéria. Além disso, sua posição contra a legalização da maconha gerou protestos inclusive dentro de suas fileiras. Quem mais além do Ministro Carlos Minc Fuma o cigarrinho do Diabo?

X: Um monte de gente. Esse povo cresceu na clandestinidade. Sabe aquela música "gererê gererê lcd, maconha no almoço maconha no jantar, maconha tá virando suprimento alimentar...? Pois então, é o que mais se ouve no Planalto. Além de um monte de bichas, tem um monte de maconheiros. Tem ministro que aparece na TV e fala um monte de asneiras. É o cigarrinho do Diabo. A verdade é que lá dentro você encontra de tudo. Aquilo é um antro de promoscuidade, de perdição.

TheDogDay: E os casos de Pederastia?

X: Em todos os gabi...

Nota de Esclarecimento:
Nesse momento da entrevista um grupo de policiais federais, truculentos e armados, invadiu a sala onde acontecia a entrevista e levou o senhor X como suspeito num caso de tráfico de drogas.
O entrevistador do TheDogDay foi liberado depois de prestar depoimento.

Continua...

sábado, 12 de setembro de 2009

QUANDO VOCÊ BEBE, VOCÊ SÓ FAZ CAGADA.

Eu fumei maconha pela primeira vez aos 14 anos. Depois conheci a Benzina (também chamada de éter de petróleo, possui um carácter tóxico quando inalado causando câncer subcutâneo. Se ingerido alcançando os alvéolos pulmonares a morte torna-se um fato. Possui características alucinógenas ao ser inalado, causando aflição, visões, etc.), e só agora aos 34 eu fiquei sabendo que poderia ter morrido logo na primeira vez. Liberar o uso da maconha é quase como liberar o uso da benzina. É um ato irresponsável e impensado. Pouco me importa que os maiores defensores da idéia sejam intelectuais e pensadores, eles estão errados. Liberar a maconha é o mesmo que colocar uma arma na lancheira do seu filho. Ele pode demorar, mas um dia ele vai matar alguém. Liberar o uso da maconha é permitir que crianças e jovens encerrem mais cedo suas vidas, cancelem seus sonhos e iniciem uma vida de dificuldades com a permissão do estado. Eu fui vítima das drogas no ambiente familiar e sei que qualquer pai ou mãe que tenha vergonha na cara jamais irá concordar com a liberação da maconha. Tenho amigos preciosos que usam diariamente a maconha e pedem sua liberação. Gosto de todos eles, mas jamais concordarei com isso.

Em um país civilizado o Ministro Carlos Minc seria demitido por participar de uma marcha em defesa da liberação da maconha, menos no Brasil. Em um país muçulmano ele seria açoitado e quem sabe até morto. Seria bom. O Ministro Carlos Minc não fará falta nenhuma ao Brasil. Se o Ministro Carlos Minc pede a liberação da maconha eu peço a Deus que o mate de ataque cardíaco. Ou então, peço ao Diabo que o faça perder o controle do carro, que caia em um rio e morra sofrendo. Mesmo que eu pedisse isso, minha maldade não chegaria aos pés da maldade do Ministro Carlos Minc ao pedir a liberação da maconha. Para que ele pudesse conhecer o verdadeiro e nefasto resultado das causas que defende, devia ter um filho viciado aos 12 anos de idade. Poderia ser um neto. Peço a Deus e ao Diabo que coloquem seu neto no caminho das drogas. Assim o Ministro Carlos Minc irá conhecer o impacto das drogas dentro de sua família. Mas, e se acaso já existem maconheiros em sua família, o que pensar do Ministro Carlos Minc? Que é um safado, um sem vergonha.

O Governador José Serra é um estúpido. É a única palavra que tenho para definí-lo. Proíbe o cigarro em locais públicos e permite o consumo de álcool? Onde está a coerência? Quantas pessoas você conhece que mataram a mulher e os filhos depois de fumar um cigarro? Quantos você conhece que causaram acidentes com vítimas depois de fumar um cigarro? Quantos crimes foram cometidos depois de um tapa no Derby ou no Marlboro? Eu não conheço nenhum. Eu odeio o cigarro pelo mal que ele me fez, mas não o culpo por nenhuma besteira cometida em minha vida. Não posso dizer o mesmo da bebida. O cigarro prejudicava apenas a minha saúde, salvo quando eu resolvia fumar ao lado de outras pessoas, não fosse isso, só a mim ele prejudicava. Não é assim com o álcool. O álcool não faz mal apenas para quem bebe. Ele destrói famílias, sonhos, infâncias. O álcool mutila, amputa, deforma. O cigarro, no máximo vai te dar um trombose e te arrancar uma perna. Mas a perna é sua. Você não vai destruir a sua família por fumar como um louco. Quando você morrer a sua mulher vai logo arranjar um novo marido e pronto, bola pra frente. Com o álcool é diferente. Se você finalmente morrer, sua esposa terá medo de encontrar outro beberrão, de sofrer humilhação, violência, torturas psicológicas. É por isso que para mim o Governador José Serra é um idiota. Essa história de proibir o cigarro é viadice. É coisa de "bom moço". É um Politicamente Correto que não traz resultado algum. Mas é claro, pra proibir o consumo de álcool o cabra tem que ser macho, e o Governador José Serra não me parece ser esse cara.

A Indústria do Álcool patrocina campeonatos de futebol, carnaval, festas populares em todo o Brasil e vende milhares de litros de bebida álcóolica. Nos comerciais de bebida só vemos mulheres gostosas e homens sarados. O mundo de quem bebe é uma maravilha. Os cartazes nos bares são recheados de mulheres, as carteiras de cigarros são repletas de gente morrendo, fetos malformados, homens impotentes. Devia ser diferente. As carteiras de cigarro devem manter o universo fatalista, mas nos bares deviam colocar cartazes de acidentes de carro, estupros, assassinatos, com os dizeres: QUANDO VOCÊ BEBE, VOCÊ SÓ FAZ CAGADA.


quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Ao Senhor Silvio Santos? Um asilo cairia bem.

A Internet é um prato cheio para quem não tem o que fazer, como eu. Acabei de assistir a 4 vídeos bizzaros no Youtube onde o Senhor Silvio Santos faz a menina Maísa chorar e desesperar-se com a entrada de um Zumbi Mirim no palco da alegria. O Senhor Silvio Santos, pra deixar o Lula um pouco de lado, está ficando gagá. Ou então chegou naquele ponto em que tudo o que faz é aplaudido por idiotas de todas as espécies. Um dia eu também chegarei a esse ponto. Direi bizarrices e as pessoas renderão honras às minhas histrionices, ao meu panteão idiosincrático. Não entendeu, eu também não. Sobre o Senhor Silvio Santos, ele é um ícone das coisas boas do passado recente da televisão brasileira. Não fosse suas maldades com a menina Maísa, seria um papa, um Deus da comunicação. Mas o Senhor Silvio Santos desceu mais ao inferno do que imaginava pudesse descer. Quando ele enfrenta a menina Maísa em um dos vídeos bizarros, quando a provoca a ponto de lhe infligir o choro e a vergonha, o Senhor Silvio Santos mostra uma faceta descontrolada pela audiência. Ibope a qualquer custo. Ou isso ou está realmente gagá. Se fosse outro velho seria preso.

Quando ouvi pela primeira vez que o Ministério Público tentava boicotar a participação da pequena Maísa no SBT, achei que estavam indo longe demais. Não estão. Deviam aproveitar e aplicar uma multa aos pais da menina Maísa, além de lhes contar as horríveis histórias de Macaulay Culkin e Simoni, precocemente alçados ao estrelato. E que lhes aplicassem uma surra. Ao Senhor Silvio Santos? Um asilo cairia bem.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Acabem com o 7 de Setembro

Não tenho o que comemorar no dia de hoje. Ninguém devia comemorar o dia 7 de Setembro. O dia 7 de Setembro marca a nossa entrada no futuro terceiro mundo. Eu preferia ser colônia portuguesa a viver em um país independente. Se o Brasil ainda fosse colônia portuguesa, faria parte da União Européia. Eu prefiro a União Européia à Alca e ao Mercosul. O dia de hoje, 7 de Setembro é marcado pela vergonha de termos um presidente idiota e palerma, um presidente covarde e omisso, um presidente frouxo e mentiroso. O dia de hoje marca a vergonha de um senado comandado por ladrões, corruptos, mentecaptos e idiotas, aloprados e covardes. São todos covardes, essa é a primeira constatação. O dia de hoje marca um judiciário inapto pra tudo, menos para o que lhe interessa. Marca um congresso feito de bananas e imbecis, semi-analfabestos, ladrões, prostitutas e viados. O dia de hoje marca a vergonha de viver em um país de bananas. O dia 7 de setembro de 1822 é o marco zero de uma grande mentira. Dizem os livros de história que o covarde Dom Pedro levantou sua espada às margens do Rio Ipiranga e gritou Independência ou Morte. Duvideodó. O Brasil tornou-se exemplar em criar heróis de mentirinha como D. Pedro, Tiradentes e Zumbi dos palmares. Eu preferia ter heróis iguais aos dos quadrinhos. Eles ao menos tem super poderes e não se corrompem facilmente. O meu último herói foi o Lula. Desde a década de 80 eu bradava aos sete cantos: Votem em Lula. Hoje eu sinto vergonha de Lula. É como um pai que descobre que seu filho é ladrão, viado ou usuário de drogas. E odeio o dia 7 de setembro pelas promessas de um país livre que não aconteceram e dificilmente vão acontecer. O dia 7 de Setembro devia acabar por decreto. Lula deve isso ao Brasil. Um único ato inteligente e popular. Acabar com as comemorações do dia 7 de setembro é romper com essa história mentirosa de que vivemos em um país livre. Livre de vergonha na cara, livre de políticos decentes e honestos, livre de juízes capazes, de senadores corajosos, de presidentes bananas e mentirosos. O Brasil ainda não é um país livre. Eu vou dormir o 7 de Setembro inteiro e esquecer que esse dia alguma vez aconteceu.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O Último Panaca Latino - Parte 2

Veja a segunda parte da entrevista com Jozz Seymour Cluster durante o lançamento de seu novo livro, o Último Panaca.

TheDogDay: No capítulo IV o senhor fala sobre o futuro da América Latina. Esse futuro não é trágico demais?

Jozz Cluster: A América Latina ruma para um quadro de descrédito das figuras políticas de esquerda. Esse fato inevitavelmente será percebido nas futuras eleições presidenciais. Infelizmente, percebe-se que presidentes populistas como Hugo Chavez e Evo Maralez, pra não citar Lula, usam demasiadamente os recursos do estado para obras assistencialistas, mas não se preocupam com o que realmente deve ser feito. Isso em um breve período de tempo será nefasto para essas nações que não fizeram as reformas necessárias para enfrentar os problemas das próximas décadas. Um futuro sombrio inevitavelmente irá se abater sobre a América Latina.

TheDogDay: O que pode ser feito, agora, pelos líderes latinos?

Jozz Cluster: O exemplo do Brasil é clássico. Enquanto não for realizada uma reforma moral nas instituições brasileiras, o país continuará sua marcha para esse futuro nebuloso. Quando um presidente como Lula se abstém de sua responsabilidade moral, furtando-se como no caso do escandalo do Senado, rompe com os ideais políticos que o elegeram e obriga os membros de seu partido a virarem as costas para a corrupção e o nepostismo, não imagino outra coisa senão a tomada das ruas pela população. Infelizmente o Brasil não tem esse hábito. O povo se cala justamente quando devia gritar, protestar. Isso é claro, porque os movimentos que no passado recente levantavam a bandeira da indignação agora estão no poder. Não existem liderenças para protestar. Então, todos se calam.

TheDogDay: Que tipo de liderança falta hoje no Brasil?

Jozz Cluster: Um líder que tenha o mesmo carisma e determinação que Lula antes do poder, pois isso não podemos negar, ele tem a determinação e a coragem inatas a um líder, e que saiba identificar oportunidades de mudanças na sociedade e no contexto histórico. O líder ideal para a América Latina e o Brasil ainda está se formando, pouco a pouco, e não conseguimos ainda identificá-lo. Ele está entre pessoas comuns fazendo coisas comuns. Mas ele dia após dia alimenta dentro de seu coração a vontade de mudança verdadeira. Esse líder tem que ser moldado, preparado. O dever das escolas Brasileiras é formar esse líder. Isso é algo que tem que ser feito diariamente. Educadores devem questionar o seu papel na sociedade e incentivar os estudantes de hoje a serem os líderes de amanhã. Mas esse líder tem que ser preparado histórica e culturalmente.

TheDogDay: Marina Silva pode ser esse líder?

Jozz Cluster: Sim, desde que tenha a força para se manter fiel às suas convicções. Isso tem um preço alto. Acredito que sua fé religiosa pode ser um ponto favorável para isso. Se tiverem um líder que tenha um líder, nesse caso Deus, e ele o reverenciar com a sua vida, seguindo preceitos de justiça, moral e honestidade, acredito que esse seja o líder ideal. Marina Silva é um exempo de superação, assim como Lula, então, o que a difere de Lula? A sua fé.

TheDogDay: O senhor acredita em Deus?

Jozz Cluster: Não, eu sou ateu convicto.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

O Último Panaca Latino

Jozz Seymour Cluster é atualmente o homem mais solicitado por políticos e presidentes de diversas nações em crise de identidade. Famoso na década de 80 por sua Teoria da Exposição, Jozz Cluster veio ao Brasil para o lançamento de seu novo livro, o Último Panaca.

TheDogDay: O Último Panaca fala de alguém em especial, um chefe de estado, um político famoso?

Jozz Cluster: O livro trata especificamente das nações em estado de letargia. Fala sobre gerações que passam em branco, aprisionadas pela mesmice do cotidiano, alheias a verdade nacional. O Último Panaca é na verdade o Eterno Panaca, pois ele sempre está lá, parado, olhando o nada, vendo o tempo passar. É o povo Brasileiro, as nações Africanas, o Latino Americano.

TheDogDay: O senhor ajudou na campanha presidencial de Fernando Collor e Fernando Henrique, como consultor para assuntos Latino Americanos. O que ficou dessas experiências?

Jozz Cluster: Fernando Collor era uma grande promessa. Acredito que mesmo ele, não sabia em que situação iria acabar se enfiando. Um dia o telefone tocou e era ele do outro lado da linha. Ele estava desesperado, perguntou o que devia fazer para sair daquela situação. Eu lhe disse que renunciasse, pois não poderia existir outra saída. Sei que muitos correligionários o incentivaram a fechar o congresso. Se ele o fizesse a história do Brasil hoje seria diferente. Apesar do que dizem, Collor não era o anticristo. Existiam, naquele tempo, forças que o impediram de governar. As mesmas forças que fizeram Jânio Quadros renunciar,e que mataram Getúlio. Essas mesmas forças são a sustentação de Lula. E são essas forças que protegem o Presidente do Senado, o senhor José Sarney.

TheDogDay: Que forças são essas?

Jozz Cluster: Essa entrevista não era para a divulgação do meu livro? Vamos nos ater a esse assunto.

TheDogDay: No capítulo IV o senhor fala sobre o futuro da América Latina. Esse futuro não é trágico demais?

Continua...

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Entre macacos e orangotangos

Vamos falar sério. Quem um dia imaginou que a Dona Dilma levava jeito para Presidente? Isso foi pura macaquice do Presidente Lula. Nem em novela mexicana, filme americano ou folclore isso seria cogitado, então, por que o Lula? Por que o Presidente Lula não tem paciência para ler um livro, prefere a televisão. Quando começa a ler, segundo ele mesmo, sente sono e desiste. Por isso o Presidente Lula imaginou ser possível um Brasil governado pela Dona Dilma. O Presidente Lula não tem bagagem histórica cultural o suficiente para discernir entre um macaco e um orangotango. Para ele os dois são a mesma coisa. Infelizmente Lula é assim.

Palocci foi inocentado da quebra de sigilo bancário de um caseiro que sabia demais. A Câmara aprovou o aumento no número de vereadores nas cidades brasileiras. Enquanto isso o Presidente Lula assiste o CQC. Não que o programa seja ruim, longe disso, mas o Presidente devia ocupar seu tempo ocioso com outras coisas, já que durante o expediente normal não faz nada de útil pro povo Brasileiro. Se o Presidente Lula se ocupasse com a literatura, talvéz compreendesse que o assistencialismo não vai mudar o Brasil, e que a leniência é mais danosa que os juros e a inflação alta. Se ele buscasse outra forma de conhecimento que não o conhecimento enlatado da Tv Globo, talvéz mudasse os rumos da sua política nesses meses que faltam para o fim do governo. Se ele entendesse um pouco mais de América Latina saberia que em breve será dominizado como o Presidente que tudo viu e nada fez.

O Brasil até que vai bem economicamente, segundo o Presidente Lula. O problema é a falta de vergonha do Brasil. Somos um povo sem vergonha na cara. Somos lenientes com políticos ladrões, corruptos, déspotas, mentirosos. Somos amorais, no melhor sentido da palavra.

Enquanto o Brasil se afunda em uma de suas maiores crises, pergunto a meus colegas jornalistas o que eles acham de tudo isso e muitos deles respondem não saber de nada, e ficam intrigados com a minha revolta. Eles não sabem o que se passa no Brasil, mas sabem quem foi o vencedor de A Fazenda. Conhecem a história do Mendigo Gente Boa que um dia, pasmem, foi um mendigo de verdade e agora reencontrou a mãe, numa das cenas mais deprimentes da televisão brasileira.
Esses mesmo colegas, publicitários, jornalistas, comunicadores, vivem alheios a tudo o que se passa no Brasil. Sabem bem da vida do Roberto Justus, mas falham em saber de coisas que realmente importam. Esses formadores de opinião vão ajudar a eleger no ano que vem novos ladrões, bandidos e corruptos. Enquanto isso o Presidente Lula se refastela com a Globo, a Record e o SBT. Se ao menos ele o fizesse com a Cultura, último reduto de vida inteligente na Tv Brasileira. Mas duvido que ele tenha paciência para esse tipo de programação. O Presidente Lula é a cara do Brasil. O Brasil é a cara da Globo, da Record e do SBT. O Brasil é burro.

Pra terminar, se o Presidente Lula se ocupasse mais com a leitura, desistiria, inteligentemente, de querer fazer a Dona Dilma presidente. Não entendeu? Leia mais, um dia você vai entender.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Ahmadinejad

O ano era 2005. O Butão saíra recentemente de uma guerra civil e todos estavam ainda atormentados por anos de carnificina. No dia 23 de março o presidente do Butão ligou e insistiu que eu o encontrasse. Eu recusara aquele encontro duas vezes, a terceira poderia custar a minha vida. Aceitei e na mesma noite o encontrei no Hilton. O mundo todo tem um Hilton. O presidente do Butão era um sujeito bonachão, divertido até. Pediu-me que sentasse e começou a falar em português arrastado. "Você precisar fazer missão perrigosa". Eu sempre soube que quando ele dissesse isso minha vida estaria por um fio. Ele disse. A missão resumia-se em entrar no Irã e criar as condições para que um prefeito desconhecido galgasse os degrais do maior posto do país, a presidência.

Mahmoud Ahmadinejad nasceu na cidade de Garmsar, no norte do país, e eu sabia que era para lá que eu devia ir. Cheguei ainda na madrugada. Alguns poucos homens fizeram cara feia e torceram o nariz quando eu lhes perguntei sobre Ahmadinejad. Não sabiam quem era. Depois de muito tempo percebi que minha tarefa nao seria fácil. "Diabos, ninguém o conhece. Como querem o cara presidente?" Eu sabia que em pouco tempo pipocariam as eleições presidenciais. Encontrei um hotel e descarreguei minhas malas. Dormi quase o dia inteiro. Acordei as 16:00h. É infernal o calor naquela região, por isso quando vemos no Brasil imagens daqui, sempre aparecem pessoas suando. Deviam sentir também o fedor.

Naquela noite fui ao Grants. Encontrei Ahmadinejad bebendo sozinho. Não imaginava como aquele homem poderia um dia vir a se tornar presidente, mas encarei o desafio. Ele desconfiou da abordagem e disse em curdo: "Io no querrrer nada de prresidente de irrã. Eu serr gente simples. Você me deixarrr em paz senão eu matarrr vocçê de facada e tirrrro." Na minha profissão muitas vezes se encontra esse tipo arrogante de sujeito. Olhei fundo em seus olhos e disse. "Pouco me importa se vou morrer agora. O que eu sei é que você vai sair comigo por aquela porta e se preparar como um homem pra vencer as eleições. Depois disso pouco me importa o que você queira fazer". Ahmadinejad percebeu quem estava no comando e fomos juntos ao Hotel Xanadú. Para se fazer um presidente em tão pouco tempo tem-se que dispor de recursos caros. Ahmadinejad ganhou uma suíte no décimo andar do hotel mais badalado da cidade. Além disso comprei-lhe roupas e relógios caros, uma corrente de ouro e nela um pingente com as suas iniciais, M.A.

No dia seguinte começou seu treinamento. Aulas de sobrevivência no mato, tiro e luta corporal. Se Ahmadinejad pretendia se tornar um líder, precisaria aprender a fazer de tudo. Em dois meses ele seria um novo homem. Aquela figura patética que eu encontrara no Grants aos poucos dava lugar a um homem bruto, rude, uma máquina de matar. Era fascinante vê-lo sentar-se à mesa como uma troglodita. Seus modos rudes e rebuscados faziam parte da liturgia do cargo. Eu sabia que em pouco tempo ele estaria preparado para disputar as eleições presidenciais. Continua...

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Carta à Dona Lindu

Hoje acordei com pensamentos assassinos. Em meu sonho eu decepava a cabeça do Presidente Lula com uma faca de cozinha. Primeiro eu o acuava em um canto e lhe ofendia com toda a sorte de adjetivos chulos e de baixo calão. Depois lhe golpeava com socos e pontapés. Por fim, eu o degolava. Pra fechar o sonho, exibia sua cabeça enfiada em uma lança, em praça pública, tipo Tiradentes, o mártir fabricado da Inconfidência.

Lula não merece esse fim, é óbvio, mas merece uma boa surra. Lula merece ser surrado com socos e pontapés, e por fim, para completar a humilhação, deve ficar nú e ser acoitado com uma cinta. Eu cresci apanhando, nú, com uma cinta. Eu acho que o Lula nunca apanhou. Se o Lula tivesse sido surrado quando criança, teria vergonha na cara agora depois de velho. A mãe do presidente Lula é a culpada pelos desmandos do Senado, hoje, pois se furtou de surrar o filho, ontem. O filho cresceu e virou presidente do Brasil. Dona Lindu, a mãe do Lula, é a culpada pelos desmandos de Brasília.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

O Gordo da Perna Fina - Episódio 4


Quadrinhos Indecentes: Hugo Ribeiro

Mercadante, a Prostituta do Senado.

Pouco a pouco, um a um, os ícones do PT se apequenam e traem à sua história política. Dessa vez, mais uma vez, o traídor é Aloízio Mercadante. Mercadante não tem ética. Mercadante é um covarde, um banana, um pulha e um pária. Mercadante só tem tamanho, mais nada. Mercadante se refastela com os canalhas de Brasília assim como uma prostituta da Lapa. Mercadante é a Prostituta da Semana. Após o pedido de Lula para que permanecesse na liderança, disse Marcadante: "Mais uma vez não tenho como dizer não". Isso me lembra a prostituta que diz sim para cada nota de real que sai do bolso do cliente. Mercadante é um homem barato. Infelizmente o Brasil levou muitos anos para perceber isso, inclusive eu. Mercadante recebeu o meu voto para Senador em 2002. Ele nunca mais terá o meu voto. Se estiverem na disputa para qualquer coisa, Mercadante e uma prostituta, voto na prostituta. Ela certamente saberá retribuir à confiança nela depositada. Mercadante não.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Meio Ateu

Eu sou Meio-Ateu. Meu Deus é o dinheiro. Saia desse blog agora se o seu Deus é diferente do meu. Dizem que a frase saiu da boca de Fidel. Certa vez, perguntado sobre o dinheiro, ele disse. "É o único Deus para o qual todos os homens se ajoelham".

Só por essa Fidel já entraria para a História. Eu me incluo nessa lista. O meu Deus Dinheiro é capaz de operar milagres na minha vida. Um dia eu não tenho o que comer, e no outro ele me compra o que eu quiser. Um dia eu não tenho combustível no meu carro, e no outro o meu Deus Dinheiro enche o tanque até a boca. O meu Deus Dinheiro me leva ao cinema, ao Shopping e me deixa fazer o que quiser no Mc Donalds. Só tem um problema, quando ele vai embora, eu fico deprimido, as vezes bravo, irado. Eu quero o meu Deus Dinheiro sempre comigo. O Edir Macedo é, assim como eu, devoto do Deus Dinheiro. Não só ele, mas milhares de outros pastores de igrejas evangélicas, padres, líderes religiosos de todas as espécies. O Dalai Lama é um devoto do Deus Dinheiro, mesmo que ele negue isso. O Padre Marcelo Rossi é devoto do Deus Dinheiro. O Papa também. Até o Kaká, aquele jogador, está fazendo negócios com o Deus Dinheiro. Todos fazemos negócios com o Deus Dinheiro.

Mas o Edir Macedo faz negócios estranhos com o Deus Dinheiro. Eu vi, com esses olhos que a terra um dia há de comer, que eles, o Edir e o Deus Dinheiro, mantém uma relação quase sexual. Um dia, deprimido com tantas porradas que a vida me deu, resolvi entrar e aceitar Jesus no meu coração. Procurei a Igreja Universal do Reino de Deus. Lá eu descobri que Deus é o dono de tudo isso que nos rodeia, e que um dia ele prometeu aos "seus" o reino dos céus, mediante uma generosa contribuição em vida. Daí para a carteira aberta foi um pulo. Pela complexidade da cena, vou narrar como um romancista.

Então foi ter o pastor no púlpito e desafiou toda a assembléia.

- Quem tem a coragem de desafiar trazer aqui, na frente do Senhor Jesus Cristo, cinco mil reais?

A assembléia ficou imóvel, nem um único foi capaz de se levantar.

O pastor continuou - E quatro mil, alguém aí traz quatro mil reais para o senhor?

Novamente ouve silêncio na assembléia.

Muito tempo depois, sempre diminuindo o valor do desafio, perguntou o pastor. - E cinquenta reais, alguém vai trazer cinquenta reais para o senhor Deus?

Levantou-se um homem e caminhou até próximo do pastor. Lá ele depositou o seu dinheiro e saiu inteiro sorridente.

Depois o pastor desafiou quarenta, trinta, vinte, dez reais, e só uns poucos se propunham a ajudar o senhor. Quando o pastor finalmente perguntou quantos ali teriam 1 real para dar ao senhor Jesus, dezenas de pessoas levantaram as mãos e foram chamadas para a frente da assembléia.

Mulheres e homens pobres exibiam com orgulho as notas surradas de um real. Alguns eram tão pobres que o cheiro da falta de banho infestava todo o ambiente. Alguns doentes, mutilados, outros cheios de corcovas. Quando acreditava ter visto tudo, eis que o pastor convocou a grande assambleía a trazer, aqueles que ainda não tinham feito nenhuma doação, os únicos cinquenta centavos que existiam em seus bolsos.

Nesse dia eu me ajoelhei e pedi ao Deus Dinheiro que fizesse de mim, além de um homem rico, um homem capaz de discernir o certo do errado, o bem e o mal.

Eu levei ao Edir Macedo os únicos cinquenta centavos que eu tinha no meu bolso. O Deus Dinheiro cumpriu apenas metade do nosso trato. Eu ainda não fiquei rico.

Desse dia em diante eu me tornei uma pessoa melhor. O Deus Dinheiro operou na minha vida.

Mas o Deus Dinheiro é sacana pra dedéu, ele é como uma droga. Você usa o Deus Dinheiro e sempre quer mais. Alguns matam, outros exploram, unicamente para ter o Deus Dinheiro.

Eu vi os pastores do Edir Macedo covardemente tirarem de pessoas miseráveis os únicos cinquenta centavos que lhes restava. Edir Macedo e seus pastores são trombadinhas. Eles enriquecem com os cinquenta centavos de quem não tem mais o que que comer.

"Mas mamãe, esse é o único dinheiro que nos resta, por que não nos compra pão?" E a mãe responde. "Vou dar ao Edir, daí ele negocia com Jesus e me devolve com juros e correção monetária."

Eu não acredito na bondade e honestidade de líderes religiosos, seja o Edir Macedo, o Papa, o Dalai Lama. Todos eles pensam apenas em uma coisa, o Deus Dinheiro.

Eles se lambuzam em orgias com o Deus Dinheiro. O Deus Dinheiro os invade por todos os lados.

Eu prefiro ser Ateu a me render a esse deus que tira dos pobres para dar ao Edir Macedo, ou ao Buda de Papel do Dalai Lama, ao Santo Daime.

Que o Deus Dinheiro esteja com vocês. Amém.